segunda-feira, 6 de abril de 2009

EM DIA DE
ANIVERSÁRIO

A MELHOR PRENDA:

DOMINGOS NÉVOA
RENUNCIA


“Atento à extrapolação feita em torno da minha eleição para o cargo de administrador da Braval renuncio ao cargo de presidente da empresa intermunicipal.- estas foram as "famosas ultimas palavras" de Domingos Névoa depois da nomeação ter sido denunciada publicamente pelo Bloco de Esquerda.
“Não poderia ser de outra forma, pois era insulto à Justiça, que o tinha condenado por corrupção, e aos portugueses e à democracia” disse Francisco Louça em Braga, e criticou o presidente da Câmara de Braga, Mesquita Machado, por "ainda não ter dito uma palavra" sobre o assunto. Louçã considerou que valeu a pena o partido político ter denunciado publicamente o caso quando lançou "uma campanha em defesa da justiça e contra a pouca vergonha", afirmando ainda que "o PS andava com Domingos Névoa e a Bragaparques ao colo" ou vice-versa.
Nunca será demais lembrar que a Inspecção Geral de Finanças (IGF) disse que não podia colaborar com o Ministério Público na investigação ao possível enriquecimento ilícito de Mesquita Machado, Presidente da Câmara de Braga, por falta de meios e necessidade de cumprir o "plano de actividades". O processo foi arquivado em Dezembro passado oito anos depois de ter sido iniciado.
Ficou a saber-se que o procurador pediu à IGF, em 2003, a nomeação de uma brigada para em colaboração com a PJ se deslocar à Câmara de Braga para investigar e identificar "eventuais ilícitos".
A resposta da IGF foi negativa por "escassez de recursos humanos" e por "necessidade de assegurar o cumprimento do seu Plano de Actividades anual, superiormente aprovado".
A recusa de colaboração da IGF poderá ter sido decisiva para que o processo tenha sido arquivado por falta de provas, depois de oito anos de investigação.

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